quinta-feira, 19 de maio de 2011

TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO



'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser Gari por 01 mês e vivi como um ser invisível'

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.

Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'.

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.

'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca.. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço.

Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.

Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:

'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central.

Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.

Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.

Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.

Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.

Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.

Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.

SER IGNORADO é uma das Piores Sensações que existem na Vida!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

TÁ RECLAMANDO DE QUÊ?



Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? do Sarney? do Collor? do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseanne Sarney? do Jader Barbalho, Dos politicos distritais de Brasilia, do Jucá, do Kassab, dos mais 300 picaretas do Congresso?


Brasileiro reclama de quê
?


O Brasileiro é assim:

A- Coloca nome em trabalho que não fez.


B- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.


C- Paga para alguém fazer seus trabalhos
.

1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.

4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.

5. - Fala no celular enquanto dirige.

6. - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos (me dá um toque que eu retorno...) - assim o amigo não gasta nada.

7. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.

8. - Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.

9. - Viola a lei do silêncio.

10. - Dirige após consumir bebida alcoólica.

11. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.

12. - Espalha churrasqueira, mesas, nas calçadas.

13. - Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho.

14. - Faz
"gato " de luz, de água e de tv a cabo.

15. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

16. - Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto.

17. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.

18. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20.

19. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.

20. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.

21. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se
fosse pouco rodado.

22. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.

23. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.

24. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.

25. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.

26. - Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.

27. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis... como se isso não fosse roubo.

28. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.

29. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.

30. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.

31. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos....

Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas...


Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?

Brasileiro reclama de quê, afinal?

E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!

Vamos dar o bom exemplo!

Espalhe essa idéia!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos...."


Amigos!
Colhemos o que plantamos! A mudança deve começar dentro de nós, nossas casas, nossos valores, nossas atitudes

quinta-feira, 12 de maio de 2011

TT - O INVENTOR DE TALENTOS QUE ALEGRAVA A CIDADE





Wilson Ibiapina


Tarcísio Tavares era muito criativo. Menino, quando ficava doente, pagava ao B.de Paiva para ir ao cinema e contar depois o filme. Ainda jovem fez teatro, rádio e televisão. Fazia “rádio verdade na Uirapuru no seu Variedades TT, programa que dominava a audiência do horário. Voz metálica, diferente do vozeirão que caracterizava os locutores da época, falava com ouvintes pelo telefone, transmitia da feira ou do mercado, dando o preço da farinha, da banana ou do tomate. Contava histórias, lia notícias, ou acionava os repórteres que faziam entrevistas tipo “povo fala”, ao vivo, no meio da praça, na rua. Passou pela rádio Verdes Mares, onde foi redator. Nos anos 60 a programação era toda escrita. Só os bons podiam improvisar. Tarcísio, na luta para para mudar costumes, liberar homens e mulheres de uma cidade ainda provinciana, lançava slogans tipo “virgindade dá câncer”. Edilmar Norões lembra que um dia, apaixonado por uma linda donzela, TT escreveu que ela tinha “a cor do primeiro minuto da aurora”.


Na TV Ceará, único canal do estado, marcou presença, produzindo programas que revelaram jornalistas, apresentadores e garotas propaganda. TT foi o que podemos chamar de o primeiro animador cultura de Fortaleza. Colocou na ordem do dia as festas dos clubes suburbanos até então desconhecidas. Falava com tanto charme dessas festas que atraiu os jovens da sociedade, que trocaram as festas do Ideal, Náutico, Maguari e Diários pelas noitadas suburbanas. Nessa época inventou vários cronistas sociais, alguns especializados só em clubes suburbanos. Chegava a entregar prontas as colunas de alguns deles que não sabiam escrever. “O biquini é necessário”, escrevia ele nessas colunas, incentivando a garotada a trocar o maiô pela biquini. Durante anos patrocinou concursos para escolher as meninas mais bonitas dos bairros. Elas eram exibidas nos programas da TV Ceará.Deixou seu nome também na publicidade. Revelou vários profissionais que fizeram fama anunciando produtos na televisão.


O jornalista Pádua Lopes foi quem me lembrou: ele não precisava beber para estimular suas ações e garantir noites alegres. O Pádua acredita que o TT era movido mesmo a emoções.Suas últimas atividades foram como jurado do programa do Will Nogueira na TV Diário e como animador das artes plásticas, da música e da literatura na Oboé. Newton Freitas foi o último patrão desse profissional pioneiro da mídia cearense. O Lustosa da Costa chegou a reunir 41 depoimentos sobre o TT das madrugadas, uma circunavegação em torno de Tarcísio Tavares, o bom vivant que inventava alegria e agitava Fortaleza. Como diz o B de Paiva, que foi menino com ele na rua Barão de Aratanha: "TT foi uma das pessoas mais significativas da geração 40/50. Muito lutou, sofreu de saúde atrapalhada, mas riscou com a vida e os sonhos do tempo, um caminho digno e responsável, como profissional e como ser."


FOTO COM 18.000 HOMENS TIRADA EM 1918

São 18.000 homens preparando-se para a guerra

em um acampamento de treinamento, em Camp

Dodge, Des Moines - IOWA.


Dados da Foto:

Base de Ombro: 150 metros
Braço Direito: 340 metros
Parte mais larga do braço segurando tocha: 12 1 / 2 m
Polegar direito: 35 metros
Parte mais espessa do corpo: 29 pés
Mão esquerda comprimento: 30 pés

Face: 60 pés
Nariz: 21 pés
Longest Spike pedaço de cabeça: 70 pés
Tocha e chama combinado: 980 metros
Número de homens na chama da tocha: 12.000
Número de homens na tocha: 2.800
Número de homens no braço direito: 1.200

Total de homens: 18.000

sexta-feira, 6 de maio de 2011

OS KENNEDYS E OS BÓRGIAS




Por Aleluia, Hildeberto



Duas séries de TV tomam conta da mídia nos Estados Unidos nesse ano de 2011. Uma, em doze capítulos foi ao ar e se transformou num fracasso de audiência. Retratou a história do clã Kennedy.


Especialistas se desdobram para tentar identificar as causas da audiência com índices baixíssimos para uma história tão suculenta. Tudo indica que a produção errou na escolha dos roteiristas. Por enquanto é o que pode explicar o fracasso. Principalmente quando voltamos os olhos para a outra série em questão, a dos Bórgias.


Quinhentos anos separam uma saga da outra, porém, ambas estão abastecidas de tudo que o grande público gosta, ainda mais na TV. Dinheiro, poder, glamour, aventura, assassinatos, mortes violentas e sacanagem. Aliás, muita sacanagem e putaria mesmo.


A série dos Bórgias já estreou e é um sucesso de mídia de Londres a Nova York, de Roma a Hollywood, de Paris a Chicago. Todos os jornais e revistas trazem comentários. E tem como inspirador e consultor ninguém menos que Mário Puzo, o craque de O Poderoso Chefão e autor de uma biografia chamada OS BÓRGIAS (Editora Record-2004). Pode ser também que as épocas sejam barreiras, ou não, para uma boa história fazer sucesso na TV.


Enquanto a história do clã Kennedy começa no século XX, com o patriarca Joseph Kennedy em Nova York, a dos Bórgias tem início no começo do século XV com o papa espanhol Calisto III, tio do futuro papa Rodrigo Bórgia e pai de dois personagens, também, fascinantes, Lucrécia e César Bórgia. O velho Kennedy ensaia seus primeiros passos rumo à fortuna e ao poder na época da Lei Seca, em Nova York, nos anos vinte do século passado, no contrabando de bebidas. Tinha como sócio outro personagem, riquíssimo, de nome Harmand Hammer, cuja biografia foi lançada entre nós em 1989 (Editora Best Seller). Esse Hammer ganhou seu primeiro milhão junto com o velho Joseph Kennedy. Russo de origem, em 1920 se manda para a União Soviética, formado em medicina e com um milhão de dólares no bolso. Aproxima-se de Lênin, recém entronizado no comando político russo e necessitado de alimentos e manufaturados. Em troca disso o senhor Hammer desejava levar para os Estados Unidos peles e trigo. Pronto, estava feita a sociedade que durou toda uma vida. Daí o Hammer pulou para o petróleo e acabou dono da Occidental Petroleum e um dos homens mais ricos do mundo. Morreu aos 96 anos, na década de noventa, tranquilo. Enquanto isso o velho Joseph seguia seu caminho vendendo bebida alcoólica nas garrafas de ginger ale e enganando as autoridades. Fortuna feita pulou para o negócio do rádio. Conseguiu uma forma de escravizar o ouvinte do rádio para quem vendia o aparelho, a novidade da época, ao que era produzido pela sua companhia recém fundada. O que seria hoje uma produtora de conteúdo criou naquela época a RCA Victor. E daí conquistou o mundo. Entrou em Hollywood na produção e distribuição, passou a fabricar todo o tipo de equipamento para a indústria de entretenimento e estendeu seus tentáculos por inúmeros ramos empresariais nos Estados Unidos. Existem dezenas de livros narrando sua trajetória. Amante insaciável namorou quase todas as grandes estrelas do cinema da metade do século passado. Marido extremoso, casado com Rose Fitzgerald, tiveram nove filhos e um deles viria a se tornar presidente dos Estados Unidos da América, e ser assassinado no exercício do cargo. Era John Kennedy. Antes disso o velho Joseph já era o dono do poder. Financiou a campanha vitoriosa de Franklin Roosevelt, do partido democrata, para a presidência e em troca ganhou a indicação para embaixador dos Estados Unidos na Inglaterra. Veio a Segunda Guerra e o velho tratou de escalar os filhos homens para as áreas de interesse do establishment americano. E dizia que os criava para a presidência. O mais velho, servindo na Segunda Guerra, acabou morto num desastre de avião no pacífico. O outro, John, assassinado em Dallas como presidente, outro, Robert Kennedy, ex-ministro da Justiça e senador, também assassinado em campanha para presidente na cidade de Los Angeles, e mais um, também senador, Ted Kennedy que se esborrachou no mar com uma secretária, num acidente e numa história até hoje não totalmente esclarecida regada a drogas e álcool. Tragédia é o que não falta nessa família. Esses três irmãos aqui citados tinham mais seis. E cada um deles, mesmo as mulheres, são personagens que valem livro. Isso sem levar em conta a terceira geração que como toda saga, trilha o mesmo caminho de tragédias, drogas, poder, glamour e mortes. Algumas violentas. Tem história de amantes tórridas, de casamentos faraônicos, deassassinatos misteriosos, de irmãos que dividiam as mesmas mulheres na cama e fora dela, de viciados em drogas e álcool, de grandes astros de cinema que os envolviam com as prostitutas e com a máfia e até o FBI. Não falta nada. Nem mesmo a adoração que a América teve por eles anos a fio. Convenhamos que seja uma história e tanto, ainda mais para a Televisão. Parece que os americanos se cansaram deles, nem na TV querem mais saber dos Kennedys. Logo a série estará aqui entre nós. No próximo saberemos um pouco mais sobre a outra série, OS BÓRGIAS.



Aleluia, Hildeberto é jornalista.



A SEGUNDA GERAÇÃO DOS KENNEDYS



1) Joseph P. Kennedy, Jr. (1915 — 1944)

Morreu quando explodiu prematuramente o avião bombardeiro experimental que pilotava numa missão contra as rampas de lançamento de mísseis alemães durante a Segunda Guerra Mundial.

2) John Fitzgerald Kennedy (1917 — 1963)

Eleito presidente dos Estados Unidos em 1960, morreu assassinado por disparos de carabina que o atingiram na cabeça durante um desfile automóvel em Dallas.



3) Rosemary Kennedy (1918 — 2005)


Nasceu com atraso mental, e foi-lhe feita uma lobotomia frontal, que em lugar de ajudá-la, a incapacitou ainda mais. Passou grande parte da sua vida numa instituição para pessoas com deficiências.

4) Kathleen Agnes Kennedy (1920 — 1948)


Morreu num acidente de aviação, quando o avião em que seguia chocou contra os Alpes franceses quando ia visitar o seu irmão John.



5) Eunice Mary Kennedy (1921 — 2009)


Faleceu em 11 de Agosto. Foi fundadora de Special Olympics, movimento desportivo que busca a integração das pessoas com deficiência mental.



6) Patrícia Kennedy (1924 — 2006)


Casada em 1954 com o ator Peter Lawford, de quem se separaria em 1966. Morreu aos 82 anos na sua casa de Nova Iorque.



7) Robert Francis Kennedy (1925 — 1968)


Morreu assassinado por vários disparos no hotel Ambassador de Los Angeles minutos depois de ganhar as eleições primárias da Califórnia.

8) Jean Ann Kennedy (1928 — )


Casou em 1956 com o empresário Stephen E. Smith, que faleceu em 1990, e foi nomeada em 1998 embaixadora na Irlanda pelo presidente Bill Clinton.



9) Edward Moore Kennedy (1932 —2009)


Eleito senador pelo Estado do Massachusetts em 1962, era o patriarca do Senado. Morreu vítima de um tumor cerebral.

F I N A L



OS KENNEDYS E OS BÓRGIAS






Na realidade, a saga dos Bórgias que a TV americana já está exibindo se concentra na figura do papa Alexandre VI e bispo de Valência, hoje Espanha,

leia o resto no blog



http://aleluiaecia.blogspot.com

CEARÁ - SALVE-SE QUEM PUDER

DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O JAPÃO:




1 – A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.

2 – A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.

3 – A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram. Rodovias foram reconstruidas em apenas seis dias

4 – A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.

5 – A ORDEM
Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.

6 – O SACRIFÍCIO
Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?

7 – A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.

8 – O TREINAMENTO
Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.

9 – A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas calmas reportagens dos fatos.

10 – A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadoriasnas prateleiras e saiam calmamente.

NENHUM ARRASTÃO, CONTRA O POVO ou PARA ROUBAR O COMÉRCIO

SABEDORIA JAPONESA:
A passagem do tempo deve ser uma conquista e não uma perda.
“Viver é a única coisa que não dá para deixar para depois.”
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Homenagem 80 anos Wilson Ibiapina