quarta-feira, 29 de junho de 2011

MISTÉRIO NO JAPÃO



A PRIMEIRA FOTO É DEPOIS DA SEGUNDA BOMBA ATÔMICA,

A SEGUNDA FOTO É DEPOIS DO TERREMOTO E DO TSUNAMI.



Pergunta:

De que é feito esse arco?

Será de titânio ou um portal feito por extraterrestres?





JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO DE AMIGOS



Envelhecer com amigos iguais é melhor do que não envelhecer sozinho, ou seja, ter partido antes.







Um grupo de amigos de 50 anos discutia para escolher o restaurante onde iriam jantar. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque as GARÇONETES usavam mini-saias e blusas muito decotadas.

10 anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque a comida era muito boa e havia uma excelente carta de vinhos.

10 anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque lá havia uma rampa para cadeiras de rodas e até um pequeno elevador...

10 anos mais tarde, aos 80 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical. Todos acharam que era uma grande idéia porque nunca tinham ido lá...

sábado, 25 de junho de 2011

A MANCHETE NOSSA DE CADA DIA

O trabalho de geniais jornalistas

Wilson Ibiapina

Manchete de jornal, chamada de primeira página, não tem nada mais difícil. Tem toda uma métrica, obedece o número de colunas, de batidas. Era assim antes do computador. Mas mesmo com o advento da informática, continua trabalho de bamba.


Geralmente é a última tarefa para se fechar uma edição. A oficina toda esperando o primeiro caderno. A pressão não é pequena. O mancheteiro tem que ter poder de síntese, ser criativo e rápido. Alguns jornalistas se especializaram em fazer manchetes, tarefa que é cumprida, na maioria dos jornais pelo chefe de redação. É sempre ele com a ajuda dos editores que titulam a primeira.


Lembro que no Ceará, o Felizardo Mont’Alverne, chefe de redação do Correio do Ceará, principal vespertino dos Diários Associados no Estado, tinha prazer em fazer as manchetes.. São dele: “ Delfim tranquiliza Plácido com o Fundo”, O governador Plácido Castelo reclamava da falta de dinheiro e o Ministro da Fazenda diz que vai liberar verbas do Fundo de Participação dos Estados. “Mulher nua, morta a pau” ; “Todo fumante morre de câncer, se outra doença não matar primeiro”.


O Rangel Cavalcante lembra outras: “Saram as Cicatrizes da Guerra”; “Fechado o PCB (Partido Comunista Brasileiro) da Grécia. O Bichão, como era conhecido, ficou famoso pelas manchetes que serviam para abastecer a coluna do Stanislaw Ponte Preta, na Última Hora do Rio.


E por falar em Última Hora, conta a lenda que Samuel Wainer, seu dono, estava uma noite numa boate com um grupo de mulheres e resolveu cantar marra, se exibir, fazer farol.. Pediu e o garçon trouxe o telefone. Quase cinco metro de fio se estendendo pelo salão, pois era antes do sem-fio e do celular. Ligou pra redação e perguntou qual a manchete do dia seguinte . O Secretário de redação: “Pegou fogo o Maracanã .” E ele, quase gritando, mais para ser notado pelas moças do que para ser ouvido pelo secretário: “Não, essa não. Coloca aí: Pegou fogo o Maracanã".


Dizem que o grande mancheteiro da imprensa brasileira foi Carlos Eiras. Fez escola no antigo Diário da Noite. Seus seguidores se espalharam pelo país.


O ator e diretor de teatro Aderbal Freire lembrou de duas manchetes do tempo em que era rapazinho em Fortaleza e que nunca esqueceu. As duas, pensa ele, do Estado. 'Seriam do Odalves Lima, primo do Fernando César Mesquita, inspirado pelas cervejas (penduradas) nas madrugadas do bar do teatro José de Alencar, ao lado da redação, eu de dono, caixa, garçon e consumidor solidário” O bar chama-se “Bach Chopin” e as manchetes são: “Uma, quando morreu aquele papa que só durou um mês: "O papa morreu de novo". Outra, na página policial, legendando uma foto de Santa Bárbara, quando a igreja cassou a santa: "Passava por santa".


Rangel Cavalcante escreveu reportagem denunciando que as camionetas peruas, contrabandeadas para o Ceará, estavam escondidas no sitio de Edmilson Pinheiro. Alencar Monteiro fez a manchete para “O Jornal”, do Bonaparte P. Maia: “As Peruas Fizeram Ninho À Sombra dos Pinheiros”.


O juiz e escritor Durval Ayres Filho conta que o jornalista Dedé de Castro, depois de beber cerveja adulterada (restos dos líquidos que ficavam nas garrafas eram recolhidos e serviam para engordar outros frascos, antes de sua reinsersão na geladeira ) e sabendo que a polícia sanitária iria interditar o estabelecimento, dada a horrível situação de higiene na cozinha, local preferido de ratos e baratas, soltou essa: RESTAURANTE O GERBOUX UM PRATO PARA FISCAIS. O bar do Gerboux ficava ao lado da antiga TV Ceará e era freqüentado por jornalistas e radialistas.


Nos anos 50, no auge da guerra fria, o jornalista Durval Ayres era secretário do Jornal O DEMOCRATA, de orientação marxista e o diretor era o saudoso Aníbal Bonavides. Durval Filho recorda que o pai dele, sem qualquer notícia ou fato importante para ser destacado naquele dia, soube que em Missão Velha, um velho e conhecido comunista, porém, um provocador contumaz, desordeiro de marca maior, dado a intimidade com duas coisas bem inflamáveis: o livro de Marx que ele usava como um bíblia ( inclusive com direito a pregação) e a cachaça do Cariri, havia sido preso pelo delegado local. Não deu outra: ZÉ CADETE PRESO POR ORDEM DE TRUMANN”.


Mancheteiro famoso foi o Santa Cruz. O jornalista Pedro Rogério, que trabalhou anos na imprensa carioca, diz que Santa Cruz revolucionou o Dia, do Rio, com manchetes policiais: “Cortou o mal pela raiz”, a história da mulher que castrou o marido que lhe traía. “Matou a família e foi ao Cinema”, depois virou até filme. O padre prefeito aumentou o preço da carne e ganhou manchete: 'Padre não resistiu à tentação da carne”. Comeu cachorro quente e teve dor de barriga : “Cachorro faz mal a moça”. Uma matéria no Notícias Populares contava que na final do 3º Festival da Record, em 1967, o público vaiou o cantor-compositor Sérgio Ricardo durante toda a interpretação de "Beto Bom de Bola". O cantor gritou descontrolado "Vocês ganharam!", depois quebrou o violão e o atirou na platéia, a manchete foi: 'Violada no Auditório”.


Outro mancheteiro que marcou seu nome foi Adriano Barbosa. Segundo ainda o Pedro Rogério, ele era responsável pelas manchetes policiais de Ultima Hora e de O Globo.


O cantor Roberto Carlos, no ano de 1968, tinha o programa Jovem Guarda na TV Record – Um dia, o diretor da Tv Paulo Machado de Carvalho disse a um repórter do jornal Notícias Populares que não sabia onde estava o Rei . Na redação Mellé fez a manchete: "Roberto Carlos deixa a Record". Diante dos protestos de fãs e da direção da emissora, Mellé soltou outra manchete no dia seguinte: “Roberto Carlos aparece na Record.” O jornal vendeu mais de 20 mil exemplares.


Hoje o apelo para venda é outro. No lugar da manchete os jornais oferecem carros, viagens, DVDs. As chamadas de primeira página espirituosas que ajudavam a vender jornal sumiram e com elas os jornalistas que faziam manchetes assim: "Nasceu o diabo em São Paulo" "A morte não usa calcinha", "Zé do Caixão vai caçar bebê-diabo no Nordeste", "Mulher mais bonita do Brasil é homem".


“Na modernidade, os jornais são muito chatos”. A reflexão é do escritor Durval Ayres Filho. Ele acha que hoje os jornais parecem saídos de uma máquina de lavar roupas. A notícia vem limpinha, sem cheiro, alva e parecendo confortável, como na propaganda do sabão em pó na TV. Até o final dos anos 70 e começo dos 80 havia manchetes hilárias, do tipo: "DORMIU BANCÁRIO E ACORDOU BAIANA", sobre a festa anual do movimento gay que se iniciava timidamente, ou, com humor negro, "ADUBAVA BANANEIRAS COM CADÁVERES" sobre uma sucessão de homicídos que um coronel deputado promoveu em seu sítio no Ceará, na Pajuçara.


Os jornais policiais são os que mais exploram as manchetes, mas eles perderam a criatividade, estão mais apelativos: “Padreco sofreu com picadura de zangão”.


Ví os jornais policiais do final do século passado , verdadeira coleção guardada a sete chaves pelo jornalista João Bosco Serra Gurgel. As manchetes de jornais como Povo, a notícia não tem mais o charme da Luta Democrática, do Dia, do Diário da Noite, de antigamente . Hoje, chega a ser imoral: “Magricela deu pro gordão e morreu esmagada na cama”. Apelam até na manchete esportiva: “Mengão promete enrabar o Fogão sem usar vaselina”.


Das muitas que lí, nos jornais guardados por J.B Serra, só escapou uma. Você sabe que o normal dos suicidas da ponte Rio-Niteroi é se jogarem lá de cima. Mas o delegado Almir Pereira preferiu dar um tiro na cabeça. A notícia do dia 29 de outubro de 1991 manchetou: “Atirou em vez de se atirar”.


sexta-feira, 24 de junho de 2011

A CLASSE MÉDIA




Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV, extraído de Diálogos de Estado

Jean Baptiste Colbert - ministro de estado de Luis XIV (Reims, 29 de Agosto de 1619 - Paris, 06 de Setembro de 1683)

Jules Mazarino - nascido na Itália, foi cardeal e primeiro ministro da França (Pescina, 14 de julho de 1602 - 9 de março de 1661)

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Colbert:
- Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte)
já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse
como é que é possível continuar a gastar, quando já se está endividado até
ao pescoço...


Mazarino:
- Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas,
vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse é diferente! Não se
pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se...
Todos os Estados o fazem!


Colbert:
- Ah, sim? O Senhor acha isso mesmo? Contudo, precisamos de dinheiro.
E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?


Mazarino:
- Criam-se outros.

Colbert:
- Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

Mazarino:
- Sim, é impossível.

Colbert:
- E, então, os ricos?

Mazarino:
- Os ricos também não. Eles não gastariam mais.
Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.


Colbert:
- Então, como havemos de fazer?

Mazarino:
- Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente!
Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres:
os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres.
É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais!
Esses, quanto mais lhes tirarmos, mais eles trabalharão para compensarem
o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável!

"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros".



Sabem quem disse isso?


Margareth Thatcher, Líder do Partido Conservador e Primeira Ministra da Inglaterra no período de 1979 a 1990, deu uma boa organizada na economia inglesa, reduziu impostos, manteve controle sobre os sindicatos, deu apoio a inciativa privada e acabou com o estado do bem estar social !!!


Sabe quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia? Apenas 3: GRÉCIA, PORTUGAL e ESPANHA. Os 3 estão endividados até o pescoço.


Porque será?


O socialismo é ou não é a solução para o mundo?


segunda-feira, 20 de junho de 2011

LIZ TAYLOR


Esta foto é única e também acaba de ser mostrada ao público pela primeira
vez. Trata-se da única foto conhecida da estrela Elizabeth Taylor, então com 24 anos, posando nua. O dono é um colecionador privado...

A foto foi um presente de noivado de Liz ao produtor Michael Todd, então
seu terceiro marido. Ela foi feita por um de seus amigos mais íntimos, o
ator e fotógrafo Roddy McDowall, que a convenceu a posar nua, prometendo que
seria algo de muito bom gosto...

Ela presenteou Todd com a foto em 1956, quando ele a pediu em casamento, uma
relação de curta duração, encerrada tragicamente, 13 meses depois do
casamento, quando o avião particular de Todd sofreu um acidente durante uma
tempestade sobre o Novo México...


BRASÍLIA NA DÉCADA DE 60



PARECE QUE FOI ONTEM

Algumas imagens de Brasília na década de 60 para pioneiro e candango matar a saudade.

Com poucos habitantes, parecia uma grande fazenda asfaltada. Nunca se imaginou que hoje estaria assim, fervilhando de gente.

O próprio autor do Plano Piloto, Lúcio Costa, acreditava que Brasília chegaria ao ano 2000 com 500 mil habitantes.


















CALMA! É MINHA MULHER...

A LENDA DO UÍSQUE DE OITO ANOS



Fim de semana chegando e eis uma boa pauta para animar a conversa de botequim: não existe uísque 8 anos.

Sim, pode acreditar: quase todos os uísques mais famosos conhecidos genericamente como “8 anos” não são envelhecidos por tal período.
Espanta-me, pois, como ninguém até hoje se deu conta de que muitos comerciantes (por meio de cartazes, catálogos, cardápios etc.) podem estar incorrendo em propaganda enganosa.

Bom, para início de conversa, pegue uma garrafa do chamado “uísque 12 anos” de qualquer marca dos escoceses mais famosos: Chivas, Johnnie Walker Black, Ballantine’s 12 etc. Sempre há alguma referência quanto ao tempo de envelhecimento da bebida, ou seja, você normalmente lerá algo do tipo aged 12 years ou coisa similar. Está escrito. Logo, esta é uma informação verdadeira.

Agora, pegue uma garrafa daquele uísque que você acha que tem 8 anos: Ballantine’s Finest, White Horse, JW Red etc. Procure qualquer referência ao número oito na caixa ou rótulo da bebida. Você não encontrará. Isto porque, na verdade, tais bebidas não foram envelhecidas por oito anos. Então por que dizem “oito anos”?

Para entender o porquê do equívoco, é conveniente uma ligeira explicação sobre o processo de fabricação do blended whisky, que é o mais popular, ou seja, aquele que tem maior aceitação no mercado mundial e que todos nós conhecemos. Pois o blended traz em sua composição uma mistura de maltes puros (mais caros) e destilados de grãos (mais baratos). Mas a mistura não é apenas para baratear o produto, mas principalmente para balancear o sabor da bebida, tornando-a assim mais suave ao gosto do consumidor médio. E tal mistura só pode ser feita após o devido processo de maturação, que deve ser de no mínimo três anos em barris. Pela lei escocesa que disciplina as exportações, só após este tempo de maturação é que o uísque escocês poderá trazer no rótulo a denominação “scotch”.
Importante frisar que, diferente do vinho, o processo de envelhecimento do uísque estanca quando ele é engarrafado. E aqui cai por terra outra crença equivocada: acreditar que o fato de guardar por anos uma garrafa de uísque ajuda a torná-lo mais velho.

Acontece que tanto os maltes quanto os destilados de grãos são envelhecidos separadamente, sendo lícito que, no ato da mistura, as idades dos ingredientes sejam diferentes. Mas, também segundo a lei escocesa, para efeito de rotulação da bebida, deve sempre prevalecer a idade do ingrediente mais novo. Ou seja: se dezenas de ingredientes foram envelhecidos por mais de 12 anos e apenas um foi envelhecido por 3 anos, a idade deste último é que deverá constar no rótulo. Talvez seja este o fator da confusão que fez surgir a lenda dos 8 anos. Ou seja: para computar a idade da bebida, em vez de se basear no ingrediente mais novo (como manda a lei), leva-se em conta a média das idades dos ingredientes, o que é errado.

Ainda sobre o rótulo, as destilarias podem omitir o tempo de envelhecimento. Mas saliente-se que, conforme foi dito, o simples fato de o rótulo trazer o termo scotch, já significa que todos os ingredientes ali foram envelhecidos no mínimo por três anos. Por isto as destilarias evitam explicitar a idade dos produtos mais baratos, pois se assim fizessem seriam obrigadas a imprimir o verdadeiro tempo de envelhecimento, que normalmente é de três anos. Assim, como a lenda diz que o uísque tem 8 anos, então as destilarias julgam mais vantajoso omitir a idade da bebida.

Se você quiser checar, as próprias destilarias disponibilizam nas respectivas páginas na internet (vide links ao final) as informações sobre os produtos. Na descrição dos uísques envelhecidos por mais de 12 anos, por exemplo, os sites trazem explícitas as idades. Mas o mesmo não ocorre com os seus produtos mais baratos (os “8 anos”).
Prudentes, eles raramente explicitam o tempo de envelhecimento. Neste ponto, o site da Ballantine’s pelo menos nos dá uma dica na descrição da linha Finest que traz o seguinte trecho: “The brand’s light gold colour and unmistakable taste come from a complex of carefully selected malt and grain whiskies all aged for at least three years”. (“A marca da cor dourada e o sabor inconfundível vem de uma complexa e cuidadosa seleção de malte e grãos de whiskies todos envelhecidos por pelo menos três anos.”)
Em outro site especializado em uísque, o expert Arthur Motley diz: “Have you ever wondered why only some whisky labels include the age of the product? The minimum age of whisky is three years. If a distillery mixes a batch that is three years old with one that has matured for 20, the age of the full production is three. That’s the law, and that’s why some makers don’t publicise the age. The general belief is that 15 years is peak maturation time for Scotch whisky, although older whisky is just as tasty.” (“Alguma vez você já se perguntou por que somente alguns rótulos de uísque incluem a idade do produto? A idade mínima de whisky é de três anos. Se uma destilaria mistura um lote de três anos com outro que tenha amadurecido 20 anos, a idade da produção total é de três. Esta é a lei e é por isto que alguns fabricantes não divulgam a idade. A crença geral é de que 15 anos é tempo de maturação de pico para o uísque escocês, apesar de o uísque mais velho ser tão saboroso.”)

Confira:

http://www.ballantines.com/

http://www.cutty-sark.com/

http://www.johnniewalker.com/pt-br/redlabel/

http://whisky.scotsman.com/viewhistory.aspx?id=346

FILOSOFIA DE VIDA




"Muitas pessoas me perguntam: 'O que os velhos fazem quando se aposentam?'
Bem, eu tenho sorte de ter uma formação em engenharia química, e uma das coisas que eu mais gosto é transformar cerveja, vinho e outras bebidas alcoólicas em urina
"

UM CEARENSE SURREAL

Wilson Ibiapina Darcílio Lima ainda jovem, no apogeu criativo O cantor e Compositor Raimundo Fagner, que também é pintor, foi quem lembrou-m...