Sente aí, vamos conversar. O blog é pra gente se aproximar, trocar idéias, divulgar crônicas, contos, reportagens, poesias. Alguma coisa desse material que inunda a Internet e roda pelo mundo, será mostrada aqui, também, a título de curiosidade. Portanto, vamos ter material pra ler e pra ver. Essa conversa fiada seria, a princípio, entre amigos, mas quem controla essa coisa?. E já que você chegou até aqui, se aveche, não . Pode ficar à vontade. Lembre que você está em casa.
domingo, 21 de novembro de 2010
ELE ESTÁ DE VOLTA


Compramos aqui em Brasília caixas de sabão em pó OMO. Para nossa surpresa estavam lá, pregados nas caixas, sabonetes Lifebuoy. Os mais velhos lembram dele. É dos mais antigos no mundo e está sendo relançado no Brasil pela Unilever.


domingo, 14 de novembro de 2010
DENÚNCIA É ESSENCIAL EM CASOS DE AGRESSÃO A CRIANÇAS E IDOSOS.
RODOLFO ESPÍNOLA

CEARENSE: A CARA DO BRASIL

Wilson Ibiapina
A coisa mais facíl é você identificar um estrangeiro, já que a maioria possuiu um biotipo imediatamente reconhecido. Hoje, em qualquer país, o passaporte brasileiro tem um grande valor no mundo do crime. É que nós não temos uma cara, um tipo físico definido. Tem brasileiro com cara de japonês, árabe, índio, europeu, alto, baixo, preto, louro, de tudo quando é jeito. Qualquer um pode se passar por brasileiro.
A nossa miscigenação entre portugueses, índios e africanos tem pouco mais de 500 anos. Essa mistura chegou a preocupar os europeus, influenciados na época pelas teorias raciais. Achavam que a miscigenação era uma ameaça de degeneração de todas as raças. Nos séculos passados chegaram os ingleses, alemães, italianos e japoneses.
E nós fomos surgindo dessa mistura de raças, aumentando as interpretações dos estudiosos sobre o que é o brasileiro. Estamos todos nesse caldeirão cultural efervescente. É a carga genética de nossos antepassados europeus que se relacionaram com indias e negras, procurando o nosso biotipo. Deve sair dessa mistura um sujeito criativo, indiscreto, malandro, cordial, extrovertido, corruptível, com todos os defeitos e qualidades que já temos, mas com traços comuns que vão nos identificar em meio a multidão.
O pernambucano Gilberto Freyre, que tentou responder a pergunta sobre o que é o brasileiro no seu livro Casa-Grande & Senzala, afirmou em 1980 numa conferência no Teatro José de Alencar, em Fortaleza, que a raça brasileira, sendo feita de imigrantes, não tem um biotipo próprio e que quando viesse a tê-lo, deveria ser parecido com o do cearense.
Essa revelação, fabulosa para mim, foi feita pelo bibliófilo José Augusto Bezerra no discurso que fez quando recebia a Sereia de Ouro, comenda outorgada pelo Sistema Verdes Mares, na noite de 24 de setembro passado.
José Augusto Bezerra disse que ouviu Gilberto Freyre assegurar que foi o cearense quem dera a grande contribuição étnica por estado à nação, ao emigrar para todos os recantos do País e miscigenar-se em todas as camadas sociais. Bezerra ressalta que, nas palavras de Gilberto Freyre, “ o cearense é o modelo para que o tempo pinte, numa tela, um biotipo para o Brasil.”
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