quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Pádua Lopes, imortal

Wilson Ibiapina
Pádua Lopes e Wilson Ibiapina

A presidente da Academia Cearense de Letras, Angela Maria Mota de Gutiérrez, mandou convite para a posse do jornalista Pádua Lopes na Academia Cearense de Letras. 
Vai ser saudado pelo acadêmico José Augusto Bezerra, que assim como Pádua, é um apaixonado por livros. Pádua Lopes vai ocupar a cadeira 38, que tem como patrono o também jornalista e escritor Tibúrcio Rodrigues, que nasceu em 1869, lá no Ipu, no sopé da Serra da Ibiapaba. Em Fortaleza tem rua com o nome de Tibúrcio e o Geraldo da Silva Nobre já escreveu sobre ele. 
Pádua é meu colega desde o tempo do Telejornal Crasa, na extinta TV Ceará, o canal 2 dos Diários Associados. 
Advogado, Procurador da Fazenda Nacional, passou pelas redações do Correio do Ceará, Unitário, Ceará Rádio Clube, onde foi repórter político. Seu amigo Airton Queiroz o levou para o Sistema Verdes Mares , onde é o superintendente do jornal Diário do Nordeste. 
Já publicou inúmeros trabalhos jurídicos em revistas e livros especializados em direito.Tem muitos trabalhos publicados, 
Seu  romance  "Safira não é flor" surpreende pela trama que ele desenvolve a partir do momento que Safira  conhece, pela Internet, dois cearenses e viajam pelo mundo em busca de novidades e prazer. Pádua carrega os personagens por cidades italianas e gregas, citando ruas e lugares com conhecimento e a intimidade de quem vive naqueles lugares. "Safira não é flor" é de tirar o fôlego. 
Agora, no dia do meu aniversário, dia 26, terça feira de fevereiro às sete da noite, Pádua  vira imortal. Ele merece.

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