sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A PENA DE MORTE

A foto do jornalista e fotógrafo Igo Estrela fala por si. Poderia ser publicada sem texto ou legenda. Foi tirada durante a visita de Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil. Já faz um tempinho, mas continua tão atual quanto no momento em que foi clicada.

O governo do Ira não deve atender a proposta do presidente Lula para que o Brasil receba Sakineh Mohamadi Ashtiani, 43 anos, mãe de dois filhos, condenada em 2006 por ter mantido "uma relação ilegal" com dois homens depois da morte de seu marido, e também por assassinato e outros crimes.

O porta voz do governo iraniano disse que o presidente Lula tem uma personalidade muito humana e emotiva e provavelmente não recebeu informações suficientes sobre o caso.

As religiões sempre puniram seus seguidores com a pena capital, a pena de morte. Na Idade Média, as mulheres acusadas de bruxaria eram queimadas pela Igreja Católica em uma enorme fogueira para libertá-las da maldição. Quantos morreram em fogueiras em Portugal. A lapidação ou apedrejamento também é muito antigo. Aparece na Bíblia em várias passagens, como na narração da intervenção de Jesus salvando da lapidação Maria Madalena, uma adúltera. De acordo com a Lei de Moisés, quem fosse descoberto praticando adultério deveria ser apedrejado publicamente. Até hoje essa pena ainda é praticada em alguns países muçulmanos.

A pena de morte existe em mais de 70 países. São mais de 27 formas de aplicação da pena capital. Afogamento, crucificação, fuzilamento, injeção letal, choque, asfixia, fogueira e por aí vai. Um dos métodos mais cruéis de execução é a empalação ou empalamento. Uma terrível forma de tortura utilizada antigamente.Enfiava-se uma estaca no ânus , vagina ou umbigo e o condenado ficava espetado até morrer. Usava-se também cravar a estaca no abdômen. Essa tortura cruel era usada pelos árabes e europeus.

O Brasil também já teve pena de morte. Segundo informações que captei na Internet, a última execução determinada pela Justiça Civil no Brasil foi a do escravo Francisco, em Pilar das Alagoas, 28 de Abril de 1876, e a última execução de um homem livre foi a de José Pereira de Sousa, condenado pelo júri de Santa Luzia, em Goiás, enforcado na dita vila no dia 30 de Outubro de 1861.


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